Muffato aposta em loja autônoma sem filas em Curitiba inspirada no modelo da Amazon
Por Redação Radar Mercado · publicado em 16/07/2026
Rede paranaense inaugura formato de autoatendimento na capital do Paraná e anuncia novas unidades, incluindo mercado no Rebouças e melhorias na loja do Tarumã.
A rede paranaense Muffato ampliou sua atuação no autoatendimento com a criação de uma loja autônoma e sem filas em Curitiba. Segundo o Estadão, o formato foi inspirado no modelo de lojas sem caixas tradicionais popularizado pela Amazon, no qual o consumidor realiza a compra sem passar pelo processo convencional de fila e operador de caixa.
A novidade faz parte de um conjunto de movimentos anunciados pela empresa na capital paranaense. De acordo com a Banda B, além da nova loja autônoma, o grupo comunicou a chegada de um mercado no bairro Rebouças e melhorias na unidade do Tarumã.
O que foi anunciado
Com base nas informações divulgadas pelos veículos, os principais pontos são:
- Abertura de uma loja autônoma e sem filas em Curitiba, com conceito de autoatendimento.
- Inspiração no modelo de compra sem caixas tradicionais adotado pela Amazon.
- Anúncio de um novo mercado no bairro Rebouças.
- Melhorias na loja localizada no Tarumã.
Autoatendimento em expansão
O movimento da Muffato se soma ao avanço de formatos de compra automatizados no varejo brasileiro. Lojas autônomas propõem reduzir ou eliminar etapas como a fila no caixa, apostando em tecnologia para agilizar a experiência do cliente. O modelo que serviu de referência, segundo o Estadão, é o de estabelecimentos que dispensam o operador de caixa tradicional.
Os detalhes técnicos de funcionamento da unidade curitibana, como forma de pagamento, controle de acesso e sortimento de produtos, não foram especificados nos materiais divulgados. As informações disponíveis concentram-se no anúncio do formato e na ampliação da presença da rede em diferentes bairros de Curitiba.
Contexto para o setor
Para quem opera ou pretende abrir um mercadinho autônomo, iniciativas como essa reforçam a tendência de que grandes redes também estão testando formatos de autoatendimento em centros urbanos. O acompanhamento desses movimentos ajuda operadores a entender como o mercado se organiza em torno da conveniência, da redução de filas e da automação, elementos que já são centrais no segmento de minimercados e lojas sem atendente. A observação de novos formatos, mesmo quando lançados por redes de maior porte, pode oferecer parâmetros úteis para quem avalia investir no modelo autônomo.
